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Caminhoneiro que causou acidente com morte na Abrão Assed se apresenta à Polícia

Em depoimento o motorista disse que não percebeu que a trava da carroceria havia se soltado; ele foi ouvido e liberado
acidente com morte
Em depoimento o motorista disse que não percebeu que a trava da carroceria havia se soltado; ele foi ouvido e liberado

Em depoimento o motorista disse que não percebeu que a trava da carroceria havia se soltado; ele foi ouvido e liberado

Motorista se apresenta à polícia após acidente com bagaço de laranja

O motorista do caminhão envolvido no acidente na rodovia Abrão A Sede, em Serra Azul, que resultou em uma morte, quatro feridos e doze veículos envolvidos, se apresentou à polícia na tarde de ontem, segundo informações do Delegado Gabriel Freiria Neves. O caminhoneiro compareceu à delegacia para prestar esclarecimentos e foi identificado pelas investigações. Ele alegou não ter percebido o rompimento da trava da carreta que causou a queda do bagaço de laranja na pista.

Investigação em andamento

O caminhão também foi levado para perícia, que confirmou a quebra da trava. A polícia investiga o caso e ainda não decidiu se o motorista será indiciado. O acidente ocorreu na manhã de segunda-feira, por volta das 5h40 da madrugada. De acordo com a Polícia Rodoviária, o caminhão seguiu viagem após o ocorrido, espalhando o bagaço de laranja pela rodovia. Motoristas que trafegavam atrás perderam o controle dos veículos, resultando em seis caminhões, quatro carros e duas vans envolvidos. Uma psicóloga de 66 anos morreu atropelada, e outras quatro pessoas ficaram feridas e foram socorridas pelos bombeiros.

Versão do motorista

O motorista, morador de Mococa, afirmou que só foi alertado sobre o problema na trava por outro caminhoneiro através do rádio, próximo à base da Polícia Rodoviária em Cajuru. Ele relatou ter improvisado um reparo com fita adesiva e continuado a viagem. A Polícia Civil informou que o motorista transportava o bagaço de laranja para uma propriedade rural em Mococa, que o utiliza como adubo, e que o caminhão pertence a uma empresa.

O caso segue sob investigação, com a polícia analisando as informações colhidas e as provas materiais para determinar as responsabilidades pelo acidente.

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