Petrobras reajustou o combustível em 13% nas refinarias; litro do diesel passou de R$ 2,03 para R$ 2,29
Após um reajuste de 13% no preço do diesel anunciado pela Petrobras, caminhoneiros demonstram preocupação com a possibilidade de uma nova paralisação. O preço médio do litro passou de R$ 2,03 para R$ 2,29 nas refinarias, mas em postos de combustíveis como Ribeirão Preto, já é comercializado entre R$ 3,58 e R$ 3,59.
Reação dos Caminhoneiros
O aumento gerou revolta entre os caminhoneiros. Em relatos, eles mencionam descumprimento de acordos prévios com o governo sobre o preço do combustível e temem que o valor continue subindo. Há relatos de caminhoneiros que acreditam ser inevitável uma nova paralisação devido à situação.
Posicionamento do Governo e Associações
O governo federal argumenta que está cumprindo o acordado em maio e mantém diálogo com a categoria. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) atualizará a tabela de preços de frete considerando a variação do combustível. Por outro lado, a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) e a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (ABCAM), representando cerca de 1,5 milhão de caminhoneiros, afirmam não apoiar uma nova paralisação e não vislumbrarem uma greve iminente.
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Apesar das declarações das associações, a incerteza permanece. A situação requer acompanhamento, considerando a atualização dos preços nos postos e a necessidade de negociações entre o governo e os caminhoneiros. O impacto do aumento do dólar também contribui para a instabilidade do preço do diesel, ultrapassando o subsídio oferecido pelo governo até o fim do ano. A situação deve se desenrolar nos próximos dias.



