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Campanha ‘Agosto Lilás’ promove discussões e a dar visibilidade às violências sofridas por mulheres

Nájila Ferraz, advogada especialista em direito da mulher, fala como identificar e lidar com situações de violência
violência contra mulheres
Nájila Ferraz, advogada especialista em direito da mulher, fala como identificar e lidar com situações de violência

Nájila Ferraz, advogada especialista em direito da mulher, fala como identificar e lidar com situações de violência

Neste 7 de atrássto, celebramos 17 anos da Lei Maria da Penha, marco fundamental no combate à violência doméstica e familiar contra a mulher. A data reforça a importância da mobilização da sociedade e do poder público para enfrentar essa problemática.

Tipos de Violência Contra a Mulher

A Lei Maria da Penha define diferentes tipos de violência, indo além da física, muitas vezes a mais visível. A violência psicológica, silenciosa e torturante, afeta profundamente o emocional da mulher, impactando sua saúde mental e produtividade. A violência sexual, muitas vezes mascarada por relações conjugais sem consentimento, é outra realidade cruel. Por fim, a violência patrimonial se caracteriza pela privação de acesso a recursos financeiros, documentos e até mesmo ao convívio social, isolando a vítima.

O Impacto da Lei Maria da Penha e a Importância da Rede de Apoio

Em seus 17 anos de vigência, a Lei Maria da Penha trouxe inovações significativas, como medidas protetivas, ações de prevenção e suporte jurídico, social e psicológico às vítimas. É crucial reconhecer que a violência raramente ocorre de forma isolada, sendo frequentemente uma combinação de diferentes tipos. A estratégia do agressor muitas vezes envolve o isolamento da mulher, cortando sua rede de apoio familiar e social. Por isso, a participação da sociedade é fundamental: a observação de indícios de violência e a oferta de ajuda são passos essenciais para romper o ciclo.

Ações para o Futuro

O combate à violência contra a mulher exige um esforço conjunto. A conscientização da população sobre os diferentes tipos de violência, a denúncia dos casos e o apoio às vítimas são imprescindíveis. A imprensa tem papel fundamental na disseminação dessas informações, contribuindo para uma sociedade mais justa e segura para as mulheres. O caminho é longo, mas os avanços alcançados demonstram que a luta continua e que a união de esforços é a chave para garantir o fim da violência doméstica e familiar.

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