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Campanha da USP e da Secretária de Saúde de Ribeirão traz alerta sobre os riscos da automedicação

Segundo dados da universidade, 50% da população brasileira tem dúvidas ou faz o uso incorreto de medicamentos
Campanha da USP e da Secretária
Segundo dados da universidade, 50% da população brasileira tem dúvidas ou faz o uso incorreto de medicamentos

Segundo dados da universidade, 50% da população brasileira tem dúvidas ou faz o uso incorreto de medicamentos

Uma campanha da USP e da Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão Preto chama atenção para os riscos da automedicação, hábito comum entre pessoas que recorrem a medicamentos disponíveis em casa ao primeiro sinal de desconforto.

Riscos associados ao uso sem orientação

Para a professora Lorena Cordeiro, do curso de Farmácia da USP, a automedicação pode trazer consequências graves: além de reações adversas e vômitos, o comportamento pode evoluir para internações. Ela alerta para o risco de mascarar diagnósticos, agravar quadros e provocar interações medicamentosas.

Origem e objetivos da iniciativa

A campanha nacional pelo uso racional de medicamentos foi idealizada por estudantes de farmácia há 25 anos e, desde então, é organizada anualmente pelos próprios alunos com apoio do centro acadêmico, da direção da faculdade, dos docentes da área de assistência farmacêutica e da Comissão de Cultura e Extensão. O principal objetivo é conscientizar a população sobre os perigos do uso inadequado de remédios. Segundo dados mencionados pela equipe, cerca de metade da população brasileira tem dúvidas ou faz uso incorreto de medicamentos, o que reforça o papel do farmacêutico na orientação do tratamento.

Atendimento gratuito à população

Uma equipe da USP estará na Praça Quinte até as três da tarde oferecendo aferição de glicemia e medição de pressão arterial gratuitamente. Os organizadores convidam os moradores a aproveitar os serviços e esclarecer dúvidas sobre o uso de medicamentos.

A ação reforça a importância de buscar orientação profissional antes de tomar remédios e de participar de iniciativas de prevenção promovidas por universidades e serviços de saúde.

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