No Brasil, cerca de 1,2 milhão pessoas foi diagnosticada com a doença, que não tem cura
Estima-se que 35,6 milhões de pessoas no mundo sofrem com o Alzheimer, com cerca de 1,2 milhão de casos no Brasil, muitos ainda sem diagnóstico. A doença, sem cura, impacta profundamente a vida de pacientes e familiares, como demonstra o relato de Maria Helena Lopes.
O Diagnóstico e seus Desafios
A mãe de Maria Helena, que já apresentava problemas cardíacos, começou a exibir sintomas clássicos de Alzheimer, como perda de memória e desorientação. O diagnóstico, feito por um neurologista após exames de imagem, confirmou a doença, associada a outras condições preexistentes. A adaptação familiar foi difícil, exigindo acompanhamento integral, culminando na internação da mãe em uma clínica com equipe multidisciplinar.
Lidando com a Doença
Maria Helena descreve a dificuldade inicial em aceitar a doença progressiva, mas destaca a importância da aceitação para lidar melhor com a situação. Embora o cuidado continue sendo desafiador, a compreensão da doença facilita o manejo diário. O Alzheimer, uma demência que afeta memória, orientação, atenção e linguagem, atinge principalmente idosos, com causas variadas e sem um fator isolado determinante.
Leia também
Prevenção e Tratamento
Eduardo Frutuoso, vice-coordenador da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAS), enfatiza a importância de uma vida saudável para minimizar os riscos. Embora não haja cura, o diagnóstico precoce retarda o avanço e permite melhor controle dos sintomas. O tratamento envolve medicamentos, terapia ocupacional e acompanhamento multidisciplinar, com estímulo constante e adaptação do ambiente para promover a independência do paciente. Um acompanhamento médico regular e um ambiente estimulante são cruciais para a melhor qualidade de vida possível.


