Ouça a coluna ‘CBN Multimídia’, com Edmo Bernardes
Uma campanha publicitária recente, alusiva ao Dia Internacional da Mulher, provocou discussões no mercado ao questionar o que as mulheres precisam fazer para ganhar mais. A resposta, aparentemente simples, gerou debates sobre igualdade salarial e o papel do feminismo.
A Polêmica da Resposta Direta
A campanha, originada na Suécia, perguntava o que uma mulher precisava fazer para ganhar o mesmo que um homem. A resposta? Tornar-se um homem. Essa abordagem direta e controversa expõe a persistente desigualdade salarial, mesmo com mulheres desempenhando as mesmas funções e tendo a mesma carga horária que os homens.
Dados e a Realidade da Desigualdade
Pesquisas indicam que, apesar dos avanços, mulheres ainda ganham cerca de 30% menos que os homens. A campanha, que inclui um filme e anúncios, busca conscientizar sobre essa disparidade e questionar o preconceito enraizado. A transformação visual de uma mulher em um homem, com a remoção de seus traços femininos, é uma representação gráfica da mensagem.
Impacto Social e a Eficiência das Ações
Embora a campanha tenha gerado discussões e repercussão nas redes sociais, a questão da eficiência em resolver o problema da desigualdade salarial permanece. As últimas décadas mostraram poucos resultados concretos, levantando dúvidas sobre o que realmente precisa ser feito para alcançar a igualdade. A campanha, como outras manifestações, levanta a questão da eficiência das ações em gerar mudanças reais.
A busca por igualdade continua sendo um desafio, e campanhas como essa servem como um lembrete da necessidade de ações mais eficazes.



