Túlio Vancim analisa o papel coletivo que os motoristas devem ter para evitar acidentes
Nesta semana nacional de conscientização sobre prevenção de acidentes de trânsito, conversamos com o Capitão Túlio Vancim, da Polícia Militar Rodoviária, para discutir o respeito à vida nas rodovias.
Respeito à vida e responsabilidades no trânsito
Embora a maioria dos condutores seja prudente, muitos cometem infrações que geram acidentes. O papel da Polícia Militar Rodoviária é autuar infratores, mas também conscientizar e educar para um trânsito mais seguro. O capitão destaca a importância da paciência, atenção redobrada e obediência às leis de trânsito, especialmente em regiões com rodovias sobrecarregadas.
Fatores que contribuem para acidentes
O capitão Vancim aponta diversos fatores que contribuem para acidentes, incluindo comportamentos individualistas, uso de celular ao volante, e o risco aumentado para motociclistas. A imprudência, muitas vezes causada por fatores emocionais e estresse, coloca vidas em risco. Ele enfatiza a necessidade de um comportamento coletivo, gentil e responsável no trânsito, lembrando que a seta indica a intenção de mudança de faixa e requer a cooperação dos outros motoristas.
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Mudança de comportamento e conscientização
Infelizmente, muitas vezes, é preciso vivenciar um acidente para que haja mudança de comportamento. No entanto, o capitão acredita que aprender com exemplos e transformar experiências negativas em ações construtivas é fundamental para um trânsito mais seguro. A conscientização deve partir de cada indivíduo, mas também requer o apoio de obras viárias e políticas públicas. A condição física e emocional do condutor também desempenha um papel crucial, com a sonolência ao volante sendo um exemplo de risco. A educação das crianças sobre segurança no trânsito é essencial, pois elas serão os futuros condutores. A responsabilidade de pais e condutores em garantir o uso do cinto de segurança, mesmo para crianças hiperativas, é fundamental para a segurança e a educação delas.
A conscientização e a mudança de comportamento são contínuas e exigem a colaboração de todos, desde os condutores até as autoridades e a sociedade como um todo, para construir um trânsito mais seguro e eficiente.



