Neste ano, na região de Ribeirão, foram registrados 38 boletins de ocorrência por prática ilegal de caça
Após diversos incêndios em vegetações na região, a prática da caça ilegal de animais silvestres tem aumentado, preocupando autoridades e ambientalistas. Somente em 2021, foram registrados 38 boletins de ocorrência, 55 autos de infração, apreendidas 41 armas de fogo e quase 400 munições, além de 58 alçapões, 11 redes de caça e outros materiais utilizados na prática.
Ação da Polícia Ambiental
A Polícia Ambiental tem intensificado o combate à caça ilegal, realizando patrulhamentos e atuando com base em denúncias da população. O trabalho é dificultado pelo fato de os caçadores frequentemente agirem à noite e utilizarem métodos como armadilhas e caça de espera, além de, em alguns casos, utilizarem silenciadores para evitar a detecção.
Tipos de Caça e Punições
As práticas de caça variam, desde a caça de espera até o uso de armadilhas que são deixadas no local para capturar os animais. As punições para os infratores são severas, incluindo crimes ambientais (Lei nº 9.605), invasão de propriedade e posse ilegal de armas de fogo. A pena pode variar, chegando até à prisão. Uma exceção é o controle do javali, espécie exótica invasora, que necessita de licença específica para ser controlado.
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Considerações Finais
A caça ilegal de animais silvestres é um problema grave que exige a colaboração da sociedade por meio de denúncias. A Polícia Ambiental trabalha ativamente para combater essa prática, mas a prevenção e a conscientização são fundamentais para proteger a fauna local.


