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Capitão da Polícia Militar de Ribeirão Preto comenta os índices de violência na cidade

Os registros de furtos aumentaram no município; no primeiro semestre de 2018 passado foram 4963 casos, contra 5417 neste ano
violência em Ribeirão Preto
Os registros de furtos aumentaram no município; no primeiro semestre de 2018 passado foram 4963 casos, contra 5417 neste ano

Os registros de furtos aumentaram no município; no primeiro semestre de 2018 passado foram 4963 casos, contra 5417 neste ano

Dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo apontam aumento em alguns tipos de crime e diminuição em outros em Ribeirão Preto durante o primeiro semestre de 2019.

Roubos e Furtos em Ribeirão Preto

Houve uma redução nos roubos de veículos, com 321 casos registrados de janeiro a junho de 2019, contra 345 no mesmo período de 2018. Por outro lado, os furtos aumentaram significativamente, passando de 4973 para 5417 casos no mesmo comparativo.

O foco nos furtos de celulares

Segundo o Capitão Paulo Henrique Junqueira de Carvalho, da Polícia Militar, esse aumento nos furtos se deve principalmente ao furto de celulares. A portabilidade e o alto valor agregado do aparelho o tornam um alvo fácil para criminosos. A população precisa estar atenta, evitando exibir o celular em público e tomando cuidado redobrado em locais como shoppings e hospitais, onde as pessoas tendem a relaxar a vigilância.

Combate à Receptação e Orientações à População

O capitão destaca a dificuldade em combater a receptação de produtos furtados, mas afirma que a polícia realiza operações constantes em conjunto com outros órgãos, obtendo resultados positivos na apreensão de veículos e produtos roubados. Ele alerta para a pena de receptação (3 a 8 anos), principalmente em casos de comércio de produtos de origem ilícita, incentivando a população a denunciar e a não adquirir produtos com preços muito abaixo do mercado. A Polícia Militar reforça o policiamento em áreas com maior incidência de crimes e orienta a população a evitar exibir objetos de valor, principalmente à noite. Em casos suspeitos, recomenda-se ligar para o 190.

Um caso recente envolvendo um deficiente visual assaltado duas vezes em menos de seis meses ilustra a vulnerabilidade de alguns grupos e a necessidade de maior atenção por parte da população e das autoridades.

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