No mesmo período, a proteína de frango subiu 17,5% e a bovina aumentou em 33%; expectativa é que presos se sigam até dezembro
A carne de porco apresentou um aumento de preço de 14, Carne de porco se mantém como,7% nos últimos dois meses, segundo dados divulgados. Apesar do reajuste, a carne suína continua sendo uma opção mais econômica em comparação com as carnes bovina e de frango, que tiveram aumentos de 33% e 17,5%, respectivamente.
Álvaro Veranes, proprietário de um comércio no centro de Ribeirão Preto, destacou que os cortes suínos, como bisteca e pernil, são os mais vendidos em seu estabelecimento. Ele também mencionou que a percepção negativa sobre a carne suína, considerada gordurosa, vem diminuindo, o que contribui para o aumento do consumo.
De acordo com a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), a carne de porco e a de frango são as duas proteínas mais produzidas no Brasil e possuem escala de exportação, beneficiando-se da redução dos custos de produção.
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Produção e mercado: Para o ciclo 2024-2025, a produção prevista de carne suína é de aproximadamente 5 milhões de toneladas, um aumento de cerca de 22% em relação às 4 milhões de toneladas produzidas no ciclo 2023-2024, conforme informações da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Consumo e preços: Os cortes de bisteca e pernil lideram as vendas nos supermercados. A expectativa é que os preços da carne suína se mantenham estáveis até dezembro, mesmo com o aumento ocasional do consumo durante as festas de fim de ano. Especialistas afirmam que não há crises internacionais que justifiquem um aumento nas exportações que possa impactar os preços no mercado interno.
Informações adicionais
O aumento nos preços das carnes bovina e de frango foi superior ao da carne suína, o que reforça a competitividade da carne de porco no mercado brasileiro. A estabilidade dos preços até o final do ano indica que os consumidores não precisam antecipar compras para as festas.