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Caso de morador de rua que se relacionou com mulher casada desencadeou comportamentos de ‘psicofobia’

Sobre o assunto confira a análise da psicóloga Danielle Zeoti na coluna 'CBN Comportamento'
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Sobre o assunto confira a análise da psicóloga Danielle Zeoti na coluna 'CBN Comportamento'

Sobre o assunto confira a análise da psicóloga Danielle Zeoti na coluna ‘CBN Comportamento’

A psicofobia, tema central da conversa desta semana no programa CBN Comportamento, foi abordada pela psicóloga Dani Eliséoti a partir de um caso recente que ganhou repercussão nacional: o envolvimento de uma mulher com um morador de rua, Givaldo Alves.

O que é Psicofobia?

Dani explica que psicofobia é o preconceito contra pessoas com transtornos ou doenças mentais. A repercussão do caso, com muitas piadas e chacotas nas redes sociais, exemplifica claramente essa forma de preconceito. A mulher, posteriormente diagnosticada com possível transtorno bipolar em episódio maníaco com sintomas psicóticos, acreditava que Givaldo era a encarnação de Jesus Cristo.

Análise dos Envolvidos

A psicóloga analisa o comportamento da mulher e de Givaldo. No caso da mulher, a exposição nas redes sociais representa um risco significativo para sua saúde mental, podendo levar a uma depressão profunda e até mesmo ao suicídio. Quanto a Givaldo, Dani levanta a hipótese de um transtorno de personalidade narcisista, uso de drogas e até mesmo sífilis terciária, que pode causar danos cerebrais e afetar o comportamento. A psicóloga destaca a necessidade de tratamento para ambos, criticando a falta de seriedade com que o caso foi tratado, inclusive com convites para Givaldo se candidatar a cargos políticos.

A psicóloga enfatiza a importância do tratamento para a mulher, incluindo medicação e psicoterapia intensiva, além da necessidade de privacidade e apoio familiar. Para Givaldo, ela recomenda uma avaliação clínica completa para diagnosticar possíveis condições de saúde mental e física. O caso serve como alerta para a necessidade de mais informação e psicoeducação sobre saúde mental, combatendo a psicofobia e incentivando a compaixão e o respeito às pessoas que sofrem com doenças mentais.

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