De acordo com o IML a mulher morreu vítima de espancamento; agressão teria partido de policiais que faziam uma abordagem
Em Ribeirão Preto, prossegue a audiência de instrução sobre a morte de Luana Barbosa dos Reis, ocorrida em abril de 2016 após suposta agressão por três policiais militares. Esta é a segunda audiência do caso.
Testemunhas e expectativas
Hoje serão ouvidas a última testemunha de acusação – um taxista que já prestou depoimento à Polícia Civil, descrevendo a situação de Luana antes do incidente – e as 24 testemunhas de defesa arroladas pelos três policiais militares réus. O Dr. Daniel Rond, advogado assistente de acusação, expressou expectativa em relação ao depoimento do taxista, que poderá fornecer informações cruciais sobre os momentos que antecederam a morte de Luana.
Contexto do caso
O caso remonta a 8 de abril de 2016, quando Luana, levando seu filho a um curso, foi abordada pelos policiais militares na rua de sua casa, no bairro Jardim Paiva. A recusa de Luana em ser revistada sem a presença de uma policial feminina teria resultado em agressão. A família acusa os policiais de racismo e homofobia, alegando que Luana era negra e lésbica.
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Próximos passos
A audiência deve se estender por mais de um dia. A cobertura jornalística continuará amanhã, trazendo os desdobramentos e o resultado da audiência.



