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Casos de dengue em Ribeirão Preto continuam caindo

Entre janeiro e maio de 2017 foram 54 registros da doença
casos de dengue
Entre janeiro e maio de 2017 foram 54 registros da doença

Entre janeiro e maio de 2017 foram 54 registros da doença

Quase 100% de queda nos casos de dengue em Ribeirão Preto

Números animadores na luta contra a dengue

O município de Ribeirão Preto comemora uma significativa redução nos casos de dengue nos cinco primeiros meses de 2023. De acordo com o balanço da Secretaria de Saúde, houve uma queda de quase 100% em comparação ao mesmo período de 2016, ano que registrou a pior epidemia da história da cidade, com 34.882 casos. A diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, Losia Marcia Romanholli, atribui o resultado ao intenso trabalho da equipe de saúde, mas alerta para a persistência de focos do mosquito Aedes aegypti em residências.

Preocupação com focos do mosquito

Apesar da drástica redução nos casos confirmados, a Secretaria de Saúde destaca a importância da eliminação dos criadouros do mosquito. Embora o número de casos seja baixo, a quantidade de focos encontrados ainda é considerada alta. A situação indica baixa circulação viral, mas a infestação pelo mosquito mantém o risco de transmissão. Equipes de saúde realizam visitas domiciliares, investigando todos os casos suspeitos e seus entornos, para bloquear a propagação da doença.

Outras arboviroses

A Secretaria de Saúde também monitora outros arbovírus. Até o momento, foram registrados apenas dois casos de febre chikungunya em 2023, número semelhante ao do ano passado. Oito casos suspeitos de Zika estão sob investigação, mas nenhum confirmado até o momento. Não houve registros de microcefalia associada ao vírus Zika, nem de casos de febre amarela ou influenza.

A redução expressiva dos casos de dengue em Ribeirão Preto demonstra a eficácia das ações de combate ao mosquito Aedes aegypti. No entanto, a vigilância contínua e a conscientização da população sobre a eliminação de criadouros são fundamentais para evitar novos surtos. A persistência de focos do mosquito representa um alerta, e a manutenção das medidas preventivas é crucial para garantir a saúde pública.

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