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Casos de dengue preocupam agentes de saúde em Ribeirão

Em São Joaquim da Barra três mortes suspeitas foram confirmadas; em Ribeirão, casos superam os registrados em 2018
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Em São Joaquim da Barra três mortes suspeitas foram confirmadas; em Ribeirão, casos superam os registrados em 2018

Em São Joaquim da Barra três mortes suspeitas foram confirmadas; em Ribeirão, casos superam os registrados em 2018

Após dois anos com poucos registros, a dengue voltou a preocupar cidades do norte e nordeste paulista. Em alguns municípios, os casos se aproximam de mil em 2019.

Situação em Andradina e Ribeirão Preto

Andradina, na região de Araçatuba, enfrenta postos de saúde lotados. Em Ribeirão Preto, a situação é mais controlada, mas ainda preocupante, com 249 casos suspeitos e 52 confirmados até sábado. Um caso de dengue hemorrágica em criança foi registrado, mas a paciente passa bem.

Preocupação com o vírus tipo 2

A preocupação principal é a circulação do vírus tipo 2, que pode causar complicações mais graves. O coordenador de vigilância epidemiológica sanitária do estado de São Paulo, professor Marcos Boulos, explicou que a circulação de um novo tipo de vírus após um período de três anos sem epidemias pode levar a casos mais intensos da doença.

Prevenção e Mobilização

Prefeituras estão se mobilizando para conscientizar a população sobre a importância de evitar a água parada, principal foco de proliferação do mosquito Aedes aegypti. Em Ribeirão Preto, o prefeito Antônio Duarte Nogueira anunciou uma campanha de comunicação para reforçar a prevenção. Cidades como Araraquara, São Joaquim da Barra, Barretos, Piracicaba e Bebedouro também enfrentam situações delicadas, com São Joaquim da Barra decretando estado de calamidade pública após três mortes suspeitas de dengue. A prevenção continua sendo a principal arma no combate à doença, uma vez que a vacina ainda está em fase de estudos.

Apesar dos números ainda baixos em algumas regiões, a situação exige atenção constante. A combinação de tempo quente e chuvas contribui para a proliferação do mosquito. A população deve manter a vigilância e eliminar possíveis criadouros, enquanto as autoridades trabalham na prevenção e controle da doença. A experiência de anos anteriores, com milhares de casos e mortes, serve como alerta para a importância da prevenção contínua.

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