Comparados aos primeiros sete meses de 2016, a redução é de quase 100%
De janeiro a julho de 2017, Ribeirão Preto registrou apenas 64 casos de dengue, um número significativamente menor que os 34.975 casos registrados no mesmo período de 2016. Em julho de 2017, foram confirmados apenas 8 casos, enquanto em 2016 foram 23.
Queda nos casos, mas alerta permanece
Apesar da expressiva queda nos números, a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, Ilusia Márcia Roma, alerta para a preocupação com os focos do mosquito Aedes aegypti encontrados em residências nos últimos meses. Embora a circulação viral esteja baixa, as condições ambientais ainda são propícias à transmissão da doença. A prefeitura reforça a importância da eliminação de criadouros.
Outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti
Em relação a outras doenças transmitidas pelo mesmo mosquito, foi registrado um caso confirmado de Chikungunya em 2017, enquanto em 2016 não houve registros em julho. Foram investigados dois casos suspeitos de Zika vírus em 2017, nenhum confirmado, contra 26 casos investigados em julho de 2016. O médico infectologista Juvesa Furtado explica que a redução da população de mosquitos afeta a incidência de todas as doenças transmitidas por ele.
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Prevenção e denúncias
A redução dos casos de dengue, Chikungunya e Zika vírus não elimina a necessidade de cuidados preventivos. A população deve manter a atenção para evitar criadouros do mosquito, principalmente no inverno, período em que a população tende a se descuidar. A Secretaria de Saúde reforça a importância de denúncias de terrenos baldios e possíveis criadouros através do telefone 3977-9345. Não foram registrados casos de microcefalia, febre amarela ou síndrome respiratória aguda grave em 2017.



