Redução foi de 42,3% no mês passado, se comparado ao mesmo período de 2017; Foram 15 casos, contra 26 do ano anterior
Ribeirão Preto registra queda significativa nos casos de dengue
Menos casos, mas alerta permanece
Apesar da redução de 42,3% nos casos de dengue em dezembro de 2018, em comparação com o mesmo período de 2017 (15 casos contra 26), a Secretaria da Saúde de Ribeirão Preto mantém o alerta. A previsão de chuvas intensas em janeiro aumenta o risco de proliferação do mosquito Aedes aegypti, vetor da doença.
Riscos além da dengue
A preocupação não se limita à dengue. A Secretaria de Saúde também monitora a chikungunya e o zika vírus. Embora não haja casos confirmados de chikungunya em Ribeirão Preto, a doença representa uma ameaça devido à sua gravidade e duração prolongada. Quanto ao zika vírus, foram investigados 35 casos, mas nenhum foi confirmado. A semelhança dos sintomas entre as três doenças exige atenção e investigação médica em caso de suspeita.
Prevenção e ações da prefeitura
A população precisa continuar atuando na prevenção, eliminando criadouros do mosquito. A prefeitura reforça ações de bloqueio de casos, incluindo nebulização em áreas de risco e conscientização da população. A orientação é para que moradores abram suas casas para a nebulização, limpem quintais e mantenham atenção aos recipientes que acumulam água, principalmente aqueles que ficam expostos ao ar livre. Proprietários de imóveis alugados também são responsáveis por vistoriá-los e eliminar possíveis criadouros. A Secretaria de Saúde monitora a circulação de diferentes sorotipos do vírus da dengue, especialmente o sorotipo 2, que pode causar quadros mais graves.
A redução nos casos de dengue em Ribeirão Preto é uma notícia positiva, mas a ameaça permanece. A combinação de chuvas previstas e a possibilidade de introdução de novos sorotipos do vírus da dengue, bem como a ameaça constante da chikungunya, exigem a manutenção da vigilância e a colaboração da população para eliminar os criadouros do mosquito Aedes aegypti. A prevenção contínua é fundamental para evitar o retorno de surtos.



