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A trajetória da Seleção Brasileira rumo à Copa do Mundo de 2018 foi marcada por altos e baixos, com o fantasma do 7 a 1 ainda pairando sobre a equipe. Após a derrota na Copa de 2014, a CBF promoveu mudanças, substituindo o técnico Luiz Felipe Scolari por Dunga, uma decisão que, à época, foi amplamente criticada.
A Era Dunga e a Busca por um Novo Rumo
A segunda passagem de Dunga à frente da Seleção foi marcada por resultados decepcionantes. A equipe fracassou na Copa América de 2015 e na Copa América Centenário de 2016, culminando na demissão do treinador e deixando o Brasil em situação delicada nas eliminatórias para a Copa de 2018.
A Chegada de Tite e a Recuperação da Seleção
Com dois anos de atraso, a CBF corrigiu o erro e contratou Tite. Sob seu comando, a Seleção Brasileira se recuperou, conquistando importantes vitórias e garantindo a classificação para a Copa do Mundo na Rússia. O novo treinador implementou mudanças táticas e trouxe um novo ânimo à equipe, que passou a apresentar um futebol mais consistente e ofensivo.
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A Seleção Brasileira em 2018: Uma Análise Pré-Copa
A equipe de Tite para a Copa de 2018 apresentava uma mistura de jogadores experientes, remanescentes de 2014, e novos talentos. Apesar do bom trabalho realizado, a proximidade dos amistosos com a Copa gerou preocupações, principalmente em relação à defesa e à falta de tempo para ajustes. A dependência de Neymar também foi tema de debate, com a necessidade de o Brasil mostrar capacidade de jogo mesmo sem sua principal estrela. Apesar dos desafios, a expectativa era de uma boa campanha, com o Brasil figurando entre os favoritos ao título, embora a competição fosse considerada acirrada.



