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Em um bate-papo descontraído, Paulo César Camassuti, o PC Capeta, compartilhou memórias marcantes de sua trajetória no futebol, desde os primeiros passos em Taquaretinga até os gramados do São Paulo. A conversa revelou detalhes saborosos sobre apelidos, convocações inesperadas e a nostalgia de um futebol que, segundo ele, se perdeu no tempo.
O Apelido Inusitado: Capeta nos Gramados Italianos
O apelido “Capeta” surgiu em uma excursão do São Paulo pela Itália, México e Estados Unidos. Em grande fase, tendo sido eleito o melhor ponta do Brasil pela revista Placar, PC Capeta marcou gols importantes, consolidando sua reputação de jogador habilidoso e incisivo. O então técnico, Cilinho, o apelidou de “capetinha”, e o apelido pegou, acompanhando-o desde então.
A Nostalgia do Futebol de Antigamente
Camassuti expressou sua saudade do futebol de antigamente, onde o interesse genuíno pelos jogadores e o desenvolvimento de suas habilidades eram prioridades. Ele lamentou o fim da época em que olheiros buscavam talentos em campos de terra, incentivando a prática do futebol desde a infância. Para ele, o futebol moderno, dominado por empresários e interesses financeiros, perdeu sua essência.
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A Chegada ao São Paulo e as Histórias de Mário Sérgio
A chegada de PC Capeta ao São Paulo foi marcada por dois anos de sucesso, com a conquista do Campeonato Paulista. Ele relembrou a qualidade do elenco da época, com jogadores como Serginho Chulapa e Dario Pereyra. Camassuti também compartilhou histórias hilárias de Mário Sérgio, conhecido por suas travessuras e brincadeiras nos bastidores do clube, tornando o ambiente mais leve e divertido.
A conversa com PC Capeta proporcionou um mergulho no passado do futebol brasileiro, resgatando histórias e personagens que marcaram época. Suas memórias revelam um tempo em que o amor ao esporte e o desenvolvimento dos jogadores eram mais importantes do que os interesses financeiros, deixando um legado de nostalgia e admiração.



