Produtores de laranja ganharam um reforço importante no combate ao greening, a principal doença da citricultura. Um novo centro de pesquisa, formado por Esalq/USP de Piracicaba, Fapesp e Fundecitrus, vai receber R$ 90 milhões em investimentos ao longo de cinco anos para acelerar estudos e levar soluções do laboratório diretamente para o campo.
Segundo pesquisadores, o greening, transmitido por um inseto, ainda não tem cura e já provocou a redução de quase metade das plantações de laranja no estado de São Paulo entre 2008 e 2025. A proposta do centro é desenvolver alternativas sustentáveis, como variedades mais resistentes, plantas repelentes ao inseto transmissor e produtos capazes de combater a bactéria dentro da planta.
O projeto vai reunir cerca de 70 pesquisadores e promete manter os citricultores informados à medida que as pesquisas avancem. Para produtores que já enfrentaram perdas severas, a expectativa é de novas tecnologias que ampliem as formas de controle da doença. Os detalhes desse investimento e os impactos para o agro você confere no áudio completo do Giro do Agro.