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Cervejas de guarda podem envelhecer bem e ganhar novos sabores ao longo do tempo

Nem toda cerveja deve ser armazenada, mas estilos específicos com alto teor alcoólico e características próprias evoluem positivamente
cervejas
Designs de Octavian Grigorescu's Images

A coluna Cerveja de Conteúdo explica o que são as chamadas cervejas de guarda, que podem envelhecer e desenvolver novos aromas e sabores ao longo do tempo. Diferentemente da maioria das cervejas, que devem ser consumidas frescas, esses rótulos possuem características específicas, como maior teor alcoólico, presença de açúcares residuais e baixa carga de lúpulo.

Segundo o especialista Carlos Braghin, estilos como as belgas trapistas, barley wines e Russian Imperial Stouts estão entre os que evoluem melhor com o tempo, podendo adquirir notas de frutas secas, mel e até aromas vínicos. Além disso, o armazenamento adequado é essencial, com controle de temperatura, ausência de luz e conservação das garrafas na posição vertical.

A coluna também destaca o legado do bar Culminator, na Bélgica, referência mundial na cultura de cervejas envelhecidas, que encerrou recentemente as atividades após décadas difundindo esse conceito. A prática ajudou a consolidar a cerveja como bebida que também pode ser apreciada ao longo do tempo.

Ouça o áudio completo da coluna para mais detalhes.

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