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Chefe de carro-forte assaltado nega vazamento de informações

Polícia ainda não tem pistas sobre a quadrilha que atacou o veículo na Rodovia Anhanguera, em Luiz Antônio, na semana passada
Chefe carro-forte assaltado
Polícia ainda não tem pistas sobre a quadrilha que atacou o veículo na Rodovia Anhanguera, em Luiz Antônio, na semana passada

Polícia ainda não tem pistas sobre a quadrilha que atacou o veículo na Rodovia Anhanguera, em Luiz Antônio, na semana passada

O chefe da equipe de vigilantes do carro-forte assaltado na última quarta-feira prestou depoimento na delegacia, acompanhado de seu advogado. Ele não se pronunciou à imprensa, mantendo o silêncio sobre o caso que envolve o roubo de R$ 3.200.000.

O Depoimento e a Investigação

Em seu depoimento, o chefe da equipe afirmou que os vigilantes recebem informações sobre o trajeto e o valor transportado apenas poucas horas antes do embarque. Essa declaração surge como uma tentativa de refutar a suspeita de vazamento de informações, que é uma das principais linhas de investigação da polícia. O delegado Marcos Camargo de Lacerda enfatizou a necessidade de identificar todos os envolvidos, desde os executores do assalto até aqueles que forneceram informações cruciais para a ação.

Próximos Passos da Polícia

Os próximos a serem ouvidos pela delegacia de Ribeirão Preto são os dois seguranças que ficaram feridos durante o ataque. A Polícia Civil ainda não identificou os suspeitos do assalto ocorrido no quilômetro 266 da rodovia Ianguera. O delegado Lacerda detalhou que o carro-forte foi interceptado pelo veículo dos criminosos, resultando em uma intensa troca de tiros. A quadrilha conseguiu fugir levando os malotes de dinheiro, enquanto dois seguranças e um caminhoneiro que passava pelo local ficaram feridos.

A Complexidade do Caso

Lacerda também apontou que a hipótese mais provável é que o grupo seja composto por indivíduos de diversas cidades paulistas e até de outros estados, indicando um planejamento meticuloso. A polícia acredita que está lidando com uma organização criminosa com ramificações além de Ribeirão Preto, dada a sofisticação do armamento utilizado. Pelo menos cinco suspeitos armados explodiram e roubaram o carro-forte, atirando contra os seguranças e detonando o cofre do veículo.

A empresa Protege informou que está colaborando com as autoridades na investigação e aguarda a apuração completa dos fatos. A Polícia Civil segue em busca dos responsáveis pelo audacioso assalto.

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