Dentre elas, a proibição de recompensas de login diário aos usuários, por exemplo; ouça a explicação na coluna ‘Good Game CBN’
A China surpreendeu o mercado de games ao anunciar novas restrições, preocupando investidores e afetando as perspectivas de retomada do setor após a pandemia. As medidas, divulgadas recentemente, visam combater o vício em jogos, focando em estratégias consideradas predatórias por parte das desenvolvedoras.
Restrições para Menores e Maiores
As novas regras impõem limites ainda mais rígidos para menores de idade, que atrásra podem jogar apenas três horas semanais. Para adultos, a preocupação central recai sobre a frequência de acesso aos jogos e os gastos com compras dentro das plataformas. Práticas como recompensas diárias por login e incentivos para compras iniciais estão proibidas.
Impacto no Mercado e Possíveis Implicações Globais
A decisão impactou fortemente o mercado de games chinês, avaliado em 80 bilhões de dólares, gerando instabilidade nas bolsas de valores. Além dos jogos em si, a China também impõe restrições a vídeos relacionados a games em plataformas como o YouTube e em seus próprios serviços de streaming. A possibilidade de medidas semelhantes em outros países, como o Brasil, já é debatida, com projetos de lei em discussão no Congresso Nacional buscando regular o setor e proteger menores.
Regulamentação e o Futuro dos Games
No Brasil, o debate sobre a regulamentação do mercado de games está em andamento, com propostas visando a proteção de menores e o combate a práticas predatórias. Existem exemplos de jogos que já incorporam medidas de segurança, como o controle de mensagens entre jogadores com menos de 13 ou 16 anos. A discussão sobre a regulamentação é complexa e envolve diversos aspectos, desde a proteção de crianças e adolescentes até o impacto econômico na indústria de games.



