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Cidades da DRS VIII (Franca) estão próximas de um colapso na saúde

Alguns hospitais de Igarapava, São Joaquim da Barra e Franca registram ocupação de 100% nos leitos
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Alguns hospitais de Igarapava, São Joaquim da Barra e Franca registram ocupação de 100% nos leitos

Alguns hospitais de Igarapava, São Joaquim da Barra e Franca registram ocupação de 100% nos leitos

A região de Franca enfrenta uma grave crise no sistema de saúde, com hospitais lotados e falta de leitos de UTI para pacientes com COVID-19. A situação é especialmente crítica em São Joaquim da Barra, Bebedouro e Barretus.

Colapso em São Joaquim da Barra

Em São Joaquim da Barra, a Santa Casa, único hospital da cidade com leitos de UTI para COVID-19, opera com 100% de ocupação há mais de 50 dias. Na quinta-feira passada, uma mulher de 39 anos morreu esperando por uma vaga em UTI, mesmo após ser transferida do hospital de campanha municipal. Atualmente, cinco pacientes estão entubados na sala de urgência, sem leitos disponíveis, incluindo uma gestante de 30 semanas. A situação é descrita como colapso total.

Situação crítica em outras cidades

A crise não se limita a São Joaquim da Barra. Em Bebedouro, houve relatos de filas de espera por vagas de UTI, com mortes de pacientes que não conseguiram atendimento a tempo. Em Barretus, a Santa Casa chegou a reportar uma fila de espera com mais de 40 pacientes. Em Franca, o pronto-socorro Dr. Álvaro Azuz, exclusivo para COVID-19, está operando próximo ao limite da capacidade, com 42 pacientes em observação aguardando transferência para leitos de UTI. O diretor técnico do pronto-socorro lançou um apelo nas redes sociais para que a população evite sair de casa sem necessidade.

Necessidade de medidas urgentes

A situação exige medidas urgentes para evitar mais mortes. O colapso do sistema de saúde na região de Franca demonstra a necessidade de aumento na oferta de leitos de UTI, além de reforçar a importância das medidas de prevenção individual, como o uso de máscara e o distanciamento social. A falta de recursos e a sobrecarga dos profissionais de saúde são fatores agravantes dessa crise que afeta diversas cidades da região.

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