Em Ribeirão duas pessoas ficaram feridas após quedas de árvore, já em Barrinha um homem morreu depois de ser atingido por muro
A forte chuva que atingiu Ribeirão Preto e região na quinta-feira (26/10) causou diversos estragos e transtornos. Árvores caíram, ruas ficaram alagadas e a população enfrentou problemas com falta de energia e água.
Destruição na cidade
Na manhã seguinte, equipes da prefeitura, polícia, guarda civil, defesa civil e bombeiros trabalharam na remoção de galhos, troncos e árvores que obstruíam vias públicas. Um dos pontos críticos foi a Rua General Câmara, na zona norte, onde uma árvore de grande porte caiu, bloqueando o trânsito. Apesar de os bombeiros terem removido a maior parte da árvore, os troncos na calçada ainda aguardavam retirada pela prefeitura. Situação semelhante ocorreu na Rua Américo Batista, onde uma árvore caiu sobre a ciclofaixa. O Bosque Fábio Barreto abriu ao meio-dia por medida de segurança, enquanto o Parque Curupira (também conhecido como Parque Luis Roberto Jábali) permaneceu fechado para manutenção.
Impactos e prejuízos
Moradores do bairro Lagoinha relataram falta de água desde a noite anterior, devido à paralisação de poços por falta de energia. O Corpo de Bombeiros registrou 37 ocorrências de quedas de árvores, incluindo um incidente na Avenida Ivo Parés, onde um idoso sofreu ferimentos. Outro caso envolveu uma mulher que ficou presa em seu carro após uma árvore cair na Avenida Adelmo Perdiza. Felizmente, ela sofreu apenas ferimentos leves. Em Barrinha, um homem morreu após ser atingido por um muro que desabou devido à força do vento.
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Alertas e desdobramentos
A Defesa Civil emitiu novos alertas de temporais para Ribeirão Preto e região, prevendo chuvas fortes para a sexta-feira e terça-feira seguintes. Outras cidades também sofreram danos, como Sertãozinho, com quedas de árvores e alagamentos, e Cajuru, onde produtores rurais tiveram prejuízos significativos em plantações de hortaliças. Em Sertãozinho, problemas de drenagem contribuíram para os alagamentos, com a Avenida Antônio Pasqual sendo afetada. A prefeitura planeja novas obras de microdrenagem para solucionar o problema. A situação demonstra a necessidade de infraestrutura adequada para lidar com eventos climáticos extremos.



