CBN Ribeirão 90,5 FM
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cientistas desenvolvem gel magnético que cura feridas diabéticas três vezes mais rápida

Estudo chinês usa células da pele e partículas magnéticas; pesquisador da Unesp, Vitor Valenti, explica a descoberta
gel magnético feridas diabéticas
Estudo chinês usa células da pele e partículas magnéticas; pesquisador da Unesp, Vitor Valenti, explica a descoberta

Estudo chinês usa células da pele e partículas magnéticas; pesquisador da Unesp, Vitor Valenti, explica a descoberta

Cientistas desenvolveram um gel magnético que acelera a cicatrização de feridas em pacientes diabéticos, segundo estudo realizado com camundongos na China. O hidrogel, composto por células da pele e partículas magnéticas, mostrou-se três vezes mais eficaz que tratamentos convencionais.

Como funciona o hidrogel?

O hidrogel, sensível ao magnetismo, contém fibroblastos e queratinócitos, componentes importantes da pele para a cicatrização. Ativação por meio de uma tecnologia semelhante ao wireless estimula essas células, acelerando o processo de cicatrização. Além disso, promove a angiogênese (formação de novos vasos sanguíneos) e a liberação de insulina, regulando a glicemia.

Feridas em diabéticos: riscos e complicações

Pacientes diabéticos, tanto tipo 1 quanto tipo 2, apresentam maior dificuldade de cicatrização devido ao metabolismo comprometido da glicose. Ferimentos aparentemente pequenos, como cortes ao cortar as unhas, podem evoluir para problemas graves, necessitando até de amputação. A demora na cicatrização (mais de duas semanas) requer avaliação médica imediata.

Testes em humanos estão em andamento, com expectativa de disponibilização do gel à população em 2 a 5 anos, dependendo dos resultados dos ensaios clínicos. Até o momento, não foram observadas reações adversas ou contraindicações.

Compartilhe

Veja também

Conteúdos

Reportar um erro

Comunique à equipe do Portal da CBN Ribeirão Preto, erros de informação, de português ou técnicos encontrados neste texto.