Outras cinco pessoas também foram denunciadas pelo MP; parte do grupo seria integrante de uma facção criminosa
Prisões Preventivas na Operação Maré Alta
Cinco dos dez denunciados na Operação Maré Alta, que investiga uma quadrilha de agiotagem em Franca, tiveram suas prisões preventivas decretadas pela justiça. A operação, que apura crimes financeiros que movimentaram ao menos R$ 19 milhões em três anos, teve seus pedidos de prisão acatados pelo juiz Everton Meirelles Gonçalves da Segunda Vara Criminal.
Decisão Judicial e Medidas Cautelares
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) solicitou as prisões. O juiz, considerando a gravidade dos fatos e o risco às investigações, acatou cinco pedidos de prisão preventiva. Uma mulher grávida teve sua prisão convertida para domiciliar, e quatro acusados foram liberados mediante o cumprimento de medidas cautelares. Os acusados respondem por organização criminosa, lavagem de dinheiro e usura.
Investigação e Impacto Financeiro
As investigações apontam que o grupo criminoso movimentava cerca de R$ 39 milhões nos últimos três anos por meio de atividades de agiotagem em Franca. A operação Maré Alta continua em andamento, e novas informações devem ser divulgadas em breve.
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A operação demonstra o esforço das autoridades em combater crimes financeiros e a gravidade do impacto econômico causado pela quadrilha. A justiça busca garantir a continuidade das investigações e a responsabilização dos envolvidos.



