Grupo teria envolvimento em esquema que desviou cerca de R$ 11 milhões da Prefeitura da cidade
Operação Partilha: Segunda Fase e Prisões
A segunda fase da Operação Partilha resultou na prisão de cinco servidores municipais de Barretos, em uma investigação que apura fraudes na emissão de holerites e pagamentos de funcionários da prefeitura. A ação conjunta da Polícia Civil e do Ministério Público cumpriu quatro mandados de prisão preventiva.
Alvos da Operação
Entre os presos estão um chefe do Departamento de Trânsito (que se apresentou espontaneamente), um funcionário terceirizado (encontrado em uma rodovia próxima à cidade), e duas servidoras do gabinete do vice-prefeito (presas em suas residências). Um chefe de recursos humanos foi preso em Bertioga, litoral paulista, onde passava férias com a família.
Rombo milionário e apreensões
De acordo com o Gaeco, os servidores presos formavam um núcleo operacional do esquema criminoso, que teria causado um rombo de pelo menos 11 milhões de reais nos cofres municipais. Além das prisões, a operação apreendeu quatro veículos pertencentes aos investigados, que serão destinados ao ressarcimento da prefeitura. A prefeitura afirma estar empenhada em apurar o caso em conjunto com o Ministério Público.
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O esquema de fraudes em holerites causou um prejuízo significativo aos cofres públicos, demonstrando a gravidade das ações investigadas. As prisões e apreensões representam um passo importante na busca por justiça e recuperação dos valores desviados.



