Gerente geral de uma rede de mercados, Antônio Noventa, aponta os vilões que mais tiveram os preços reajustados
A alta nos preços dos alimentos tem se tornado um desafio para os consumidores brasileiros. Manter a dispensa abastecida exige planejamento e pesquisa, principalmente com o aumento de quase 30% na cesta básica em apenas um ano.
Causas da Alta de Preços
De acordo com levantamento do Procon, itens como óleo de soja (90%), arroz (82%) e carne (43%) lideraram a alta de preços. Produtos de limpeza, como o sabão em barra, também tiveram um aumento significativo (50%).
Como os Consumidores Estão se Adaptando?
Para driblar os aumentos, consumidores estão recorrendo a diversas estratégias. Pesquisas de preços em diferentes supermercados, aproveitamento de ofertas e cadastros em programas de fidelidade com descontos são algumas das medidas adotadas. Muitos consumidores relatam que precisam ir ao supermercado mais vezes por semana para comprar apenas o que está em promoção, planejando as compras com mais cuidado.
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A população está mais vigilante com os gastos, buscando alternativas para economizar. A compra por impulso ficou de lado, dando lugar à busca por preços mais acessíveis e ofertas. A atenção aos aplicativos de supermercados com ofertas e promoções via WhatsApp também se tornou uma prática comum.
Perspectivas Futuras
Apesar do cenário desafiador, a expectativa é de uma estabilização dos preços nos próximos meses, impulsionada pela safra de alimentos como arroz, feijão e soja. A resolução da pandemia e a retomada da economia também são fatores cruciais para aliviar a pressão sobre o consumidor. A recomendação é que os consumidores continuem atentos às ofertas, promoções e produtos da época para otimizar seus gastos.



