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Colunista analisa a atualização do Plano São Paulo, divulgada nesta sexta-feira (19)

Nogueira se reúne com Ministro da Saúde sobre o plano de vacinação; ouça a coluna 'De Olho na Política' com Marcelo Fontes
Plano São Paulo
Nogueira se reúne com Ministro da Saúde sobre o plano de vacinação; ouça a coluna 'De Olho na Política' com Marcelo Fontes

Nogueira se reúne com Ministro da Saúde sobre o plano de vacinação; ouça a coluna ‘De Olho na Política’ com Marcelo Fontes

Nesta semana, a região de Barretos enfrentou polêmica com a transferência de pacientes de Araraquara, impactando a taxa de ocupação de leitos de UTI e levando ao rebaixamento para a fase vermelha do Plano São Paulo. Apesar disso, o aumento de internações em Barretos, sem considerar as transferências, justifica a decisão, priorizando a vida das pessoas.

Transferências e Impactos em Barretos

A transferência de pacientes de Araraquara para Barretos gerou um aumento na taxa de ocupação de leitos de UTI na região. Mesmo desconsiderando esses pacientes transferidos, os números de internações em Barretos indicavam uma situação preocupante, com média móvel de mortes de 12,7 nos últimos 14 dias (segunda maior do estado, atrás apenas de Bauru).

Situação em Ribeirão Preto e Franca

Ribeirão Preto e Franca mantiveram-se na fase laranja do Plano São Paulo. Ribeirão Preto apresentou números positivos nas últimas três semanas, com aumento de leitos disponíveis, apesar de não haver diminuição de internações. A cidade poderia avançar para a fase amarela, mas por prudência, e devido à proximidade com Araraquara, permaneceu na laranja. Franca, após longo período na fase vermelha, avançou para a laranja, permitindo um alívio para o comércio local, mas a população deve manter a cautela.

Vacinação e Desafios

A reunião do Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, com a Frente Nacional dos Prefeitos, abordou a preocupante escassez de vacinas. Ribeirão Preto, por exemplo, possui um déficit de 10 mil vacinas para a primeira dose dos profissionais de saúde. Atualmente, há vacinas apenas para idosos acima de 85 anos. O ministro prometeu aumento na produção de imunizantes em 15 dias, mas a demora gera incertezas e preocupações.

A falta de vacinas é um problema nacional, com o Ministério da Saúde e o Instituto Butantan trocando acusações sobre os atrasos. A possibilidade de prefeituras comprarem vacinas diretamente foi levantada, mas o ministro garantiu o aumento da produção em breve. A situação exige acompanhamento constante e soluções urgentes para garantir a imunização da população.

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