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Colunista analisa a decisão do Estado de alterar as regras do Plano São Paulo

Ouça a coluna 'De Olho na Política' com Marcelo Fontes
Plano São Paulo
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Nesta sexta-feira (27/01), o estado de São Paulo anunciou novas medidas de restrição para conter o avanço da Covid-19. A reclassificação do Plano São Paulo trouxe mudanças significativas para diversas regiões, impactando principalmente Franca e Barretos, que foram rebaixadas para a fase vermelha.

Ocupação de leitos de UTI e a reclassificação

A principal razão para as mudanças foi a alta taxa de ocupação de leitos de UTI em diversas cidades. Barretos, por exemplo, apresentava 78,3% de ocupação, enquanto Franca chegava a preocupantes 85,9%. Ribeirão Preto, apesar de ter aumentado sua ocupação para 73,1%, permanece na fase laranja devido à média regional, que considera 26 cidades. A análise considera que acima de 75% de ocupação de leitos de UTI, a região entra na fase vermelha.

Medidas restritivas e impactos

Além do rebaixamento de fase para Franca e Barretos, outras medidas foram anunciadas. A partir da próxima segunda-feira, todas as cidades do estado deverão seguir as regras da fase vermelha entre 20h e 6h, e também nos finais de semana. Essa decisão, embora tomada em cima da hora, é justificada pelo aumento de contágio em bares e restaurantes, conforme apontado pelo Comitê de Contingência do Covid-19. Outras consequências incluem o cancelamento de cirurgias eletivas em hospitais estaduais e a suspensão da volta presencial às aulas em escolas estaduais, inicialmente prevista para 8 de fevereiro.

As novas medidas geram pressão em diversos setores. Hospitais precisam priorizar o atendimento de urgência e emergência, enquanto a decisão sobre as aulas presenciais acende debates entre sindicatos, professores e pais de alunos. A situação exige atenção e acompanhamento constante, com prefeituras e o governo estadual avaliando a situação e buscando soluções para conter o avanço da pandemia.

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