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Com a confirmação da 1ª morte por febre amarela em MG, estado de São Paulo pode entrar em alerta?

Rodrigo Stábile, diretor da Fiocruz, comenta sobre a doença e a importância da vacinação para a prevenção
febre amarela em MG
Rodrigo Stábile, diretor da Fiocruz, comenta sobre a doença e a importância da vacinação para a prevenção

Rodrigo Stábile, diretor da Fiocruz, comenta sobre a doença e a importância da vacinação para a prevenção

O estado de Minas Gerais registrou sua primeira morte por febre amarela em 2023, acendendo um alerta para Minas Gerais e São Paulo.

Primeira Morte por Febre Amarela em Minas Gerais

A Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais confirmou a morte de um trabalhador rural de 41 anos, ocorrida em 20 de março. Investigações estão em andamento para determinar se a transmissão ocorreu em área rural ou urbana. A preocupação reside na possibilidade de a febre amarela, endêmica em áreas florestais do Brasil, se espalhar para centros urbanos.

Riscos da Febre Amarela Urbana e a Importância da Vacinação

A febre amarela é transmitida pela picada de mosquitos. Em áreas silvestres, os mosquitos Haemagogus e Sabethes são os vetores. No entanto, o Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, também pode transmitir a febre amarela. A vacinação é crucial para prevenir a doença, sendo totalmente eficaz e recomendada para toda a população. A baixa cobertura vacinal no país aumenta o risco de surtos.

Combate ao Mosquito Aedes Aegypti e Ações Preventivas

O Aedes aegypti prefere ambientes com alta concentração humana, proliferando em locais com água parada. A população deve ficar atenta à eliminação de criadouros do mosquito em suas residências, como garrafas, pneus e recipientes com água acumulada. A prevenção inclui a vacinação contra a febre amarela e a eliminação de criadouros do Aedes aegypti para evitar a transmissão de dengue, zika, chikungunya e febre amarela.

A prevenção e o combate à febre amarela dependem da conscientização da população e da vacinação. Ações simples, como eliminar criadouros do mosquito e manter a carteira de vacinação atualizada, são fundamentais para proteger a saúde individual e coletiva. A baixa adesão à vacinação nos últimos anos, influenciada por desinformação e campanhas antivacina, exige um esforço conjunto para reverter esse quadro e garantir a saúde pública.

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