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Com a proximidade do verão aumentam os riscos com a exposição ao sol e as chances de câncer de pele

Programa Dezembro Laranja visa combater e orientar sobre esses tumores; ouça a oncologista Cristiane Mendes
câncer de pele
Programa Dezembro Laranja visa combater e orientar sobre esses tumores; ouça a oncologista Cristiane Mendes

Programa Dezembro Laranja visa combater e orientar sobre esses tumores; ouça a oncologista Cristiane Mendes

Dezembro Laranja: um alerta para a prevenção do câncer de pele

Incência e causas do câncer de pele

O câncer de pele é o tumor mais comum no Brasil, representando 30% de todos os casos diagnosticados, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). A estimativa é de quase 200 mil novos casos, um número alarmante. A principal causa é a exposição excessiva ao sol, afetando principalmente áreas como rosto, pescoço, colo e dorso. É um equívoco pensar que apenas pessoas mais velhas são afetadas; a exposição solar sem proteção desde a infância causa lesões crônicas que podem evoluir para tumores ao longo da vida. Além da exposição solar, fatores genéticos e familiares também desempenham um papel importante, com alguns tipos de câncer, como o melanoma, aparecendo em pacientes mais jovens.

Prevenção e diagnóstico precoce

A prevenção é fundamental e passa por cuidados diários, como o uso de protetor solar com fator de proteção alto (FPS 30 ou superior), reaplicado a cada duas ou três horas, especialmente após atividades aquáticas. O uso de chapéu, boné, óculos escuros e roupas de manga comprida também são importantes, principalmente em horários de maior incidência solar. O diagnóstico precoce é crucial para o sucesso do tratamento. É preciso ficar atento a lesões novas ou alterações em pintas existentes, como mudanças de cor, tamanho, formato ou surgimento de sangramento ou coceira. Lesões que não cicatrizam em mais de quatro semanas também merecem atenção médica.

Sinais de alerta e cuidados

Alguns sinais específicos merecem atenção: o carcinoma basocelular pode se apresentar como uma pequena pérola avermelhada; o carcinoma espinocelular, como uma ferida que não cicatriza; e o melanoma, como uma pinta escura que cresce, coça ou sangra. Qualquer alteração suspeita deve ser avaliada por um dermatologista, que poderá realizar uma biópsia para confirmar o diagnóstico. Manter uma rotina de autoexame da pele, observando regularmente as pintas e lesões, e procurar um médico periodicamente para check-ups, são hábitos essenciais para a detecção precoce do câncer de pele.

A prevenção do câncer de pele é possível com hábitos de proteção solar adequados e atenção aos sinais de alerta. A conscientização e o diagnóstico precoce são fundamentais para salvar vidas.

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