Pai levou um ventilador para a EMEI Dr. Ruy Escorel Ferreira Santos, no Heitor Rigon, para dar mais conforto ao filho
Alunos de uma escola na zona norte de Ribeirão Preto estão tendo que levar ventiladores para a sala de aula devido ao calor extremo. As altas temperaturas, que chegaram a 42 graus em um dos dias mais quentes do ano, tornam as aulas insuportáveis.
Água Quente e Reclamações
O calor intenso afeta até mesmo a água das torneiras, que sai quente demais para o consumo dos alunos. Pais, como Rodrigo Mota, relatam que seus filhos chegam em casa reclamando do calor e sem vontade de ir à escola. A situação é tão grave que os alunos chegam a tirar as camisas dentro da sala de aula.
Providências e Falta de Respostas
Pais e responsáveis cobram providências da Secretaria da Educação. Apesar da instalação de aparelhos de ar-condicionado, estes ainda não estão funcionando devido à espera por equipamentos da CPFL. A situação se repete em outras escolas da região, como em São Joaquim da Barra e Creso Antonio Filete, onde professores e alunos também sofrem com temperaturas acima de 40 graus nas salas de aula. Mesmo com cobranças reiteradas, a Secretaria da Educação ainda não ofereceu uma solução definitiva para o problema.
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Situação Crítica
A falta de ar condicionado e a demora na resolução do problema expõem a vulnerabilidade de alunos e professores ao calor excessivo. A situação demonstra a urgência de ações efetivas por parte das autoridades para garantir um ambiente de aprendizagem adequado e seguro para todos.



