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Com ator de Homem-Aranha como protagonista, confira a resenha de ‘Todo o Tempo Que Temos’

Longa conta o romance de Tobias (Andrew Garfield) e Almut (Florence Pugh); ouça a análise de Marcos de Castro
Com ator de Homem
Longa conta o romance de Tobias (Andrew Garfield) e Almut (Florence Pugh); ouça a análise de Marcos de Castro

Longa conta o romance de Tobias (Andrew Garfield) e Almut (Florence Pugh); ouça a análise de Marcos de Castro

O cinema frequentemente apresenta filmes de romance que exploram temas emocionais profundos, Com ator de Homem, como o amor diante da adversidade. Um exemplo recente é o filme Todo o Tempo que Temos, dirigido por John Crowley, conhecido por seu trabalho em Brooklyn. O longa aborda a história de um casal recém-casado com uma filha de três anos, cuja vida muda drasticamente quando a esposa é diagnosticada com um câncer maligno, resistente à quimioterapia.

Desde o início do filme, Com ator de Homem, o espectador sabe o desfecho trágico, o que direciona a atenção para as ações movidas pelo amor e os sacrifícios do marido, Tobias, interpretado por Andrew Garfield. A narrativa se desenvolve por meio de uma montagem não linear, alternando cenas do início do relacionamento com momentos da doença, o que mantém o ritmo ágil durante seus 100 minutos.

Temática e narrativa: O filme não traz inovações ao subgênero de histórias sobre doenças terminais, mas destaca-se pela forma como apresenta o amor e a dedicação do casal. A ausência de personagens secundários reforça o foco na relação entre Tobias e Almond, a esposa, interpretada por Florence Pugh, que desempenha um papel mais contido, refletindo a complexidade emocional da personagem.

Interpretações e química dos protagonistas

Andrew Garfield entrega uma atuação sensível e contida, diferente de seus papéis mais dramáticos anteriores, mostrando versatilidade. Florence Pugh, apesar de menos expressiva, contribui para a atmosfera do filme ao representar uma personagem que esconde seu sofrimento. A química entre os dois atores é um dos pontos altos da produção.

Recepção e contexto: Embora o filme siga um roteiro já conhecido e possa ser considerado clichê, ele evita o melodrama excessivo, apresentando o desfecho de forma sutil, especialmente por meio da presença da filha do casal. A obra remete a outros filmes do gênero, como Diário de uma Paixão e A Culpa é das Estrelas, e pode emocionar o público que aprecia histórias de amor intensas e dramáticas.

Outros lançamentos: Além de Todo o Tempo que Temos, o cinema brasileiro também estreia o filme Cartas. Há expectativa em relação à possibilidade de uma indicação brasileira ao Oscar, algo que não ocorre desde 1998, com o lançamento de Central do Brasil.

Informações adicionais

O diretor John Crowley já foi indicado ao Oscar por Brooklyn, mas seus filmes anteriores não alcançaram grande memorabilidade. Todo o Tempo que Temos pode ser apreciado por casais e espectadores que buscam uma narrativa emocional, mesmo sabendo do desfecho desde o início.

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