‘Toque de recolher’ começou a valer nesta quinta (25), das 21H às 6h; quem desrespeitar estará passível de multa de até R$ 1 mil
Bebedouro antecipa toque de recolher e registra adesão da população
Toque de recolher antecipado
Diante do aumento de casos de COVID-19, a cidade de Bebedouro, em São Paulo, antecipou o toque de recolher determinado pelo Estado. Enquanto o decreto estadual impõe restrição de circulação das 23h às 5h, Bebedouro adotou medidas mais rígidas, proibindo a circulação de pessoas das 21h às 6h desde ontem. Segundo Rogério Valverde, diretor de gabinete da cidade, a decisão foi tomada após avaliação da realidade local e em conjunto com o núcleo de combate à COVID-19.
Resultados da primeira noite
Na primeira noite do toque de recolher antecipado, a população de Bebedouro demonstrou ampla adesão às medidas restritivas. De acordo com Valverde, a Guarda Municipal (GSM) registrou cerca de 10 ocorrências, com 15 pessoas abordadas e apenas um caso de multa aplicada por descumprimento do decreto. Apesar da previsão de multa de R$ 1.048,60, a prioridade, segundo o diretor, é a conscientização da população, considerando o atual contexto de crise financeira.
Leia também
Desafios e perspectivas
A proximidade com Barretus, cidade que permitiu a abertura de todos os serviços mesmo na fase vermelha, representa um desafio para o controle da pandemia em Bebedouro. Valverde destaca a importância da conscientização da população e da harmonia nas medidas entre as cidades da região para conter o avanço do vírus. A cidade também enfrenta o histórico de aglomerações e festas clandestinas, que demandam um trabalho contínuo das forças policiais. Apesar das dificuldades, as autoridades locais se mostram comprometidas em garantir a segurança e o bem-estar da população, buscando minimizar os impactos da pandemia.
Apesar dos desafios, a experiência da primeira noite do toque de recolher em Bebedouro indica uma resposta positiva da população às medidas restritivas, colaborando para o controle da pandemia na região. A conscientização e a cooperação continuam sendo fundamentais para enfrentar a crise sanitária.



