Mas você tem ideia de quanto custa a tecnologia? O investimento vale a pena? Quem tira as dúvidas é Guilherme Susteras
O Brasil enfrenta uma crise hídrica que elevou significativamente o preço da energia nos últimos meses, levando muitos consumidores a buscarem alternativas.
Como funcionam as placas fotovoltaicas?
A energia solar fotovoltaica, tecnologia existente desde a década de 1970, utiliza o silício para converter a radiação solar em energia elétrica. Diferentemente dos sistemas de aquecimento solar de água, as placas fotovoltaicas geram eletricidade diretamente. A evolução tecnológica reduziu os custos, tornando essa opção acessível a um público maior.
Investimento e Financiamento
O investimento em energia solar depende do consumo individual. Sistemas maiores, para casas com alto consumo, demandam maior investimento. Entretanto, o surgimento de linhas de crédito em bancos públicos e privados, inclusive fintechs, oferece financiamentos com parcelas equivalentes ao valor da conta de luz. Assim, o consumidor paga o financiamento durante quatro ou cinco anos, e após esse período, usufrui da energia solar por mais 20 anos, pagando apenas uma tarifa mínima à concessionária.
Geração Remota e Mercado
Para quem mora em apartamento, a geração remota, por meio de fazendas solares, é uma opção viável. O mercado de energia solar no Brasil está em expansão, com crescimento exponencial. Apesar do crescimento significativo, o país ainda tem grande potencial, estando atrás de outros países em termos de adoção da tecnologia. Atualmente, há discussões sobre uma possível tarifação para o uso da rede elétrica por quem gera sua própria energia, mas a proposta atual prevê um valor máximo de 27%, bem inferior ao inicialmente proposto.
Em resumo, a energia solar fotovoltaica se apresenta como uma alternativa viável e cada vez mais acessível para reduzir custos com energia, com opções de financiamento que se encaixam no orçamento doméstico. O crescimento do mercado e a evolução tecnológica prometem tornar essa solução ainda mais popular no futuro.



