A nutricionista Cristina Trovó dá dicas de uso e de substituição deste insumo na alimentação; ouça a coluna ‘CBN Nutrição’
O óleo de cozinha: um item essencial na culinária brasileira, mas com muitas dúvidas sobre sua escolha e uso. Neste artigo, vamos esclarecer alguns pontos importantes sobre os diferentes tipos de óleos e suas propriedades nutricionais.
Óleos de Cozinha: Preço e Variedade
O óleo de soja, apesar da recente alta de preços, continua sendo o mais acessível no mercado. Outras opções, como os óleos de girassol, milho e canola, apresentam custos significativamente maiores. É importante lembrar que o óleo não é um vilão, mas sim um ingrediente que deve ser escolhido e consumido com moderação.
Benefícios e Malefícios dos Óleos
Os óleos contribuem para a absorção de vitaminas, a produção de hormônios e o equilíbrio das gorduras no organismo. No entanto, o consumo excessivo e a escolha de óleos refinados, processados com solventes químicos, podem trazer malefícios à saúde. O azeite, por exemplo, é uma opção mais saudável para o preparo de alimentos, embora seu custo seja mais elevado. O óleo de coco, por sua vez, pode ser usado em pequenas quantidades, sendo mais adequado para preparações doces.
Leia também
Alternativas e Recomendações
Para reduzir custos e melhorar a saúde, uma estratégia é reduzir a quantidade de óleo refinado consumida e optar por azeite em algumas preparações. A fritura deve ser evitada, dando preferência a métodos de cozimento mais saudáveis como refogar ou assar. A banha de porco, apesar de utilizada no passado, não é recomendada devido ao seu alto teor de gordura saturada, especialmente para uma população majoritariamente sedentária. A escolha do óleo ideal depende do tipo de preparo, do orçamento e da saúde individual, sendo crucial o consumo consciente e moderado.