Trilogia entra em sua produção final com a promessa de grandes emoções; ouça a coluna ‘Cinema’ com André de Castro
Guardiões da Galáxia Vol. 3: Uma análise do filme
O lançamento de Guardiões da Galáxia Vol. 3 gerou diversas opiniões, entre elas, a do ator e crítico de cinema André di Castro. Para ele, o filme, apesar de não superar os anteriores, consegue emocionar e entreter. A fórmula já conhecida da franquia, com novos personagens, bons atores, boa música e trilha sonora, está presente novamente, mas com algumas mudanças.
Pontos fortes e fracos
Di Castro destaca a sensibilidade e cenas emocionantes criadas pelo diretor James Gunn, que se aproveita da relação entre os personagens e da trilha sonora para atingir o público. Porém, o crítico aponta que o filme apresenta muitas tramas, o que pode ser considerado um ponto negativo. Ele acredita que alguns momentos poderiam ter sido mais aprofundados, o que deixaria a narrativa mais consistente. A violência, mais presente neste terceiro filme, contribuiu para uma classificação indicativa mais alta nos EUA.
Trilha sonora e identidade da franquia
A escolha por músicas conhecidas do público, que já se tornou uma marca registrada da franquia, é discutida. Embora o uso de músicas originais pudesse trazer uma nova identidade, arriscar-se a mudar uma fórmula de sucesso poderia desagradar os fãs. O filme, segundo Di Castro, abriu portas para a inserção de músicas antigas em filmes, mas não foi o pioneiro nessa prática. A familiaridade com a trilha sonora contribui para a identificação do público com a saga.
Em resumo, Guardiões da Galáxia Vol. 3 fecha a trilogia com estilo, mas não supera seus antecessores. Apesar das críticas, o filme entrega emoção e diversão para os fãs, mantendo a identidade da franquia, mesmo com algumas mudanças. A Marvel, segundo o crítico, precisa repensar seus roteiros para evitar que a fórmula se torne cansativa.



