Condição deve ser um fator de cuidado para os tutores, que não devem expor os pets a sons muito altos, como fogos de artifício
O professor Gelson Genaro concedeu entrevista à CBN, discutindo os desafios do magistério e a relação entre a audição felina e os sons do ambiente.
Desafios da Sala de Aula
Um dos maiores desafios relatados pelo professor é lidar com a distração causada pelos celulares. Embora reconheça a importância do mundo virtual, ele ressalta a concorrência desleal pela atenção dos alunos. Genaro busca integrar o celular como ferramenta de ensino, propondo atividades que o utilizem, em vez de simplesmente proibi-lo.
Audição Felina e Reações a Sons
A entrevista também abordou a audição dos gatos e suas reações a sons altos e inesperados, como fogos de artifício ou trovões. O professor explica que a faixa de audição dos gatos se sobrepõe parcialmente à dos humanos, mas eles percebem frequências que nós não conseguimos. A sensibilidade a certos sons, como a vocalização de roedores (presas naturais), é resultado da evolução da espécie. Sons altos e repentinos podem gerar estresse e medo nos felinos, levando-os a comportamentos arriscados, como pular de janelas ou fugir para a rua.
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Como Acalmar um Gato Assustado
Para minimizar o impacto de sons altos em gatos, Genaro recomenda assegurar o ambiente (fechando janelas e portas), criando um espaço escuro e, se possível, utilizando um som baixo para competir com o barulho intenso. A calma do tutor é fundamental, pois a insegurança humana é percebida pelo animal. Acariciar o gato e oferecer petiscos podem ajudar a acalmá-lo. A experiência do animal durante os primeiros meses de vida influencia sua reação a sons altos posteriormente. Gatos que vivenciaram a infância com tutores calmos e seguros tendem a ser mais tolerantes a barulhos do que aqueles que associaram sons altos a situações de medo ou insegurança.