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Comandante dos Bombeiros esclarece que a função de salvamento deve ser feita por agentes militares e não civis

Bombeiros Civis fazia um treinamento na Gruta de Altinópolis, quando a estrutura desabou; nove pessoas morreram
salvamento militar
Bombeiros Civis fazia um treinamento na Gruta de Altinópolis, quando a estrutura desabou; nove pessoas morreram

Bombeiros Civis fazia um treinamento na Gruta de Altinópolis, quando a estrutura desabou; nove pessoas morreram

Nove pessoas morreram após o desabamento do teto de uma gruta em Altinópolis, durante um treinamento de resgate e salvamento na madrugada de sábado para domingo. Entre as vítimas, estavam bombeiros civis e instrutores.

Operação de Resgate

O Tenente Coronel Rodrigo Quintino, comandante do terceiro batalhão da Polícia Militar de Ribeirão Preto e coordenador regional da Defesa Civil do Estado de São Paulo, descreveu a operação de resgate, que envolveu um trabalho minucioso e estratégico para retirar os corpos. Uma entrevista completa com o Tenente Coronel está disponível em cbnriberão.com.br.

O Relato do Major Rodrigo Leal

O Major Rodrigo Leal, comandante do nono grupamento de bombeiros, detalhou a operação de resgate, iniciada às 3h da manhã de domingo. As equipes enfrentaram dificuldades devido à forte chuva, que impossibilitou o acesso próximo à gruta. O trabalho foi realizado lentamente, com a formação de um corredor humano para evitar o colapso da estrutura. A operação contou com o apoio de geólogos, grupamento aéreo, equipes médicas e da prefeitura, coordenados por um centro de comando.

Treinamento e Segurança

A entrevista abordou também a questão dos treinamentos de bombeiros civis e militares. O Major Leal explicou as diferenças nas atribuições e a legislação que regulamenta a atuação de cada um. Ele enfatizou a importância de avaliar as condições climáticas e a segurança do local antes de realizar treinamentos, indicando que a perícia investigará as causas do acidente. A gruta já havia apresentado desabamentos anteriormente, e o Major mencionou o uso de outro local de treinamento, o Fittar, com menor risco de desmoronamento. A ênfase final foi na segurança dos treinamentos e na impossibilidade de colocar vidas em risco.

A tragédia em Altinópolis deixou a região em luto e gerou questionamentos sobre a segurança em treinamentos de resgate. A perícia técnica investigará as causas do acidente para evitar novas tragédias.

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