Feira conta com novo layout, em área ampliada, com mais de 100 expositores; confira mais informações sobre o evento
A quarta edição da Alta Café começa nesta terça-feira no Clube de Campo de Franca. Promovido pela Aiagro — Associação dos Empreendedores do Agronegócio de Franca e Região — em parceria com o Sindicato Rural de Franca, o evento reúne produtores, fornecedores e pesquisadores da cadeia da cafeicultura até 14 de março, das 8h às 17h, com entrada gratuita.
Estrutura e expositores
A feira contará com 102 expositores e 144 marcas de máquinas, equipamentos, insumos, implementos e soluções tecnológicas, incluindo alternativas sustentáveis para a lavoura. A área coberta para estandes supera 9 mil metros quadrados e o estacionamento ocupa 15,2 mil metros quadrados — aumento da capacidade em relação ao ano passado. Também estarão presentes cinco instituições financeiras e uma praça de alimentação com food trucks e um restaurante.
Programação e atividades especiais
Além dos estandes, a programação inclui workshops gratuitos ao longo dos três dias e o Espaço Café, dedicado a marcas de cafés especiais, análises sensoriais, torrefação e rodadas de provas de grãos. O segundo dia será voltado ao público feminino, com o workshop “Mulheres no Agro”, palestras sobre protagonismo feminino e apresentação de lideranças do setor. No dia 14 de março, cientistas ministrarão um workshop sobre técnicas para aprimorar o preparo do café em casa com métodos populares.
Impacto econômico e abertura
Os organizadores esperam atrair mais de 10 mil visitantes e acreditam na possibilidade de superar os R$ 178 milhões em negócios alcançados na edição anterior. Segundo a organização, a Alta Café gera cerca de 1.800 empregos diretos e indiretos antes, durante e depois da feira. A abertura oficial está marcada para as 10h, no salão principal do Clube de Campo de Franca, com a presença de autoridades políticas e lideranças do setor. José Henrique Mendonça, presidente do evento, destacou o novo layout e a oferta de tecnologias que cobrem toda a cadeia, desde pesquisa e genética até comercialização e consumo.
A expectativa é que a alta concentração de empresas e a programação técnica reforcem a posição da região como vitrine da cafeicultura e promovam novos negócios para produtores e fornecedores.