Ouça a coluna ‘CBN Multimídia’, com Edmo Bernardes
No final do ano, algumas marcas investem pesado em propagandas para emocionar o público. Mas será que é possível inovar sem deixar de lado o tradicionalismo?
A Expectativa do Consumidor
A comunicação, nessa época, atinge as expectativas do consumidor. Observamos publicidades institucionais, que não focam em preços e ofertas agressivas, mas sim em transmitir emoção. Embora isso seja relevante o ano todo, no Natal os corações parecem mais abertos a essas mensagens. Mostrar uma imagem de marca bem-sucedida, ligada ao bem-estar, pode gerar identificação com o consumidor.
Preço x Emoção
O consumidor quer consumir. Em momentos como a Black Friday, ele espera preço baixo. Não adianta apelar para a emoção nesse momento. O ideal é unir o preço à emoção natalina, à figura do Papai Noel. As pessoas notam que o som dos comerciais, na TV e no rádio, parece mais alto que o da programação. Isso acontece porque o volume da programação (novelas, jornais) é mais constante, enquanto os comerciais têm picos de volume para chamar a atenção.
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O Que o Brasileiro Quer Comprar?
Nos seis primeiros meses do ano, o varejo investiu muito em TV e jornal, especialmente em ofertas. Uma pesquisa recente revelou que a maior intenção de compra dos brasileiros é em roupas, seguida por cosméticos e perfumes. Brinquedos e eletrônicos ficaram para trás. Isso reflete a preocupação do brasileiro com a vaidade e o desejo de se cuidar, o que influencia as compras de Natal.
Portanto, é importante estar atento às tendências e preferências do consumidor para criar campanhas eficazes.



