Nesta terça-feira (21) acontece o primeiro clássico Come-Fogo dos últimos sete anos e o treinador não vai falar com a imprensa
O técnico Gustavo Marciano surpreendeu ao anunciar, por meio de sua assessoria de imprensa, que não concederá entrevistas antes do clássico contra o Botafogo. A decisão gerou uma onda de comentários e questionamentos, principalmente pela ausência de comunicação pré-jogo, algo incomum nos tempos atuais.
Mudança de paradigma no futebol
Antigamente, a prática de isolar os times antes de jogos importantes era comum. Sem a tecnologia de hoje, jornalistas faziam plantões para conseguir informações, muitas vezes localizando as delegações em hotéis ou casas de dirigentes. A semana que antecede o jogo era cercada de mistério e expectativa, transformando o evento em algo grandioso para a cidade.
A era da informação instantânea
Hoje, com a facilidade de acesso à informação, a decisão de Marciano gerou estranheza. A ausência de entrevistas pré-jogo quebra a expectativa da torcida e da imprensa, que buscam informações e opiniões do treinador. A falta de comunicação gera um vácuo de informações, contrastando com a era da informação instantânea em que vivemos.
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A importância da transparência
A decisão do treinador, embora respeitável, levanta questionamentos sobre a importância da transparência no futebol moderno. A interação com a imprensa é fundamental para aproximar o clube da torcida e gerar engajamento. A expectativa é que o Comercial reconsidere essa postura e permita que o técnico se comunique com a imprensa, mesmo que sem revelar detalhes táticos da partida. Afinal, uma breve entrevista antes do jogo não prejudicaria a estratégia da equipe e atenderia à demanda por informações por parte dos torcedores e da mídia.



