Em 2003, Adelir Mota praticou o crime junto com o usineiro Alexandre Titoto; Mota foi preso em 2014, mas liberado ano passado
Está marcado para hoje o júri de Adelida Silva Mota, acusada de agredir e enterrar vivo o bancário Carlos Alberto de Souza Araújo. O crime, praticado em conjunto com o usineiro Alexandre Titoto, teria sido motivado por uma dívida de R$ 620 mil do usineiro com o bancário.
O Caso
Em fevereiro de 2013, Araújo foi espancado e enterrado vivo na zona rural de Serrana após uma briga com Titoto em um prédio na zona sul de Ribeirão Preto, segundo a acusação. Adelida Silva Mota chegou a ser condenada a 18 anos de prisão em regime fechado em novembro de 2014, mas o julgamento foi anulado em dezembro de 2017 pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, resultando em sua soltura.
O Julgamento
O julgamento de Adelida Silva Mota está previsto para começar na tarde de hoje. A expectativa é de que o júri decida sobre a culpa ou inocência da acusada, considerando as evidências apresentadas pela promotoria e a defesa.
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Desfecho
O julgamento de hoje representa uma nova oportunidade para a justiça ser feita e para que se esclareçam os fatos envolvidos na morte de Carlos Alberto de Souza Araújo. A sentença terá um impacto significativo para todos os envolvidos e para a comunidade.



