Diligências acontecem em vários estados e já somam 14 detidos, além de armas, dinheiro, carros de luxo e documentos apreendidos
Uma operação conjunta da Polícia Rodoviária Federal, Comerciante de Igarapava é preso em, do Ministério Público e do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) resultou na prisão de mais de 40 pessoas envolvidas em uma quadrilha especializada em desvio de cargas. A ação, denominada “Chave na Mão”, cumpriu 57 mandados de busca e apreensão e 19 mandados de prisão em cidades de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Goiás e Paraíba.
Participação das forças policiais
Além do Gaeco, participaram da operação a Polícia Militar, a Polícia Rodoviária Federal e o Grupo de Patrulhamento Tático. Até o momento, 14 pessoas foram presas, cinco armas de fogo e munições foram apreendidas, além de R$ 20 mil em espécie, R$ 202 mil em cheques, veículos de luxo, celulares e documentos.
Atuação da quadrilha e crimes investigados: O grupo é acusado de furto mediante fraude, estelionato, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, falsificação de documentos e adulteração de sinal identificador de veículos. A quadrilha atuava em todo o território nacional, com núcleo principal na região do Triângulo Mineiro, especialmente em Uberaba (MG).
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Detalhes da operação na região de Franca: Na região de Franca, um dos presos é Conrado Augusto Valin, comerciante de Igarapáva, conhecido pela polícia civil e com passagens por tráfico de drogas e roubo de carga. Prisões também ocorreram em Ribeirão Preto e Miguelópolis, com ações em Bebedouro, Franca e outras cidades.
Funcionamento do esquema criminoso: Segundo o Gaeco, a quadrilha utilizava informações privilegiadas para desviar cargas de produtos como placas fotovoltaicas e defensivos agrícolas. O esquema envolvia intermediadores e motoristas que simulavam o roubo ou furto da carga, entregando-a a receptadores. As investigações começaram há cerca de dois anos, a partir de informações compartilhadas pela Polícia Rodoviária Federal.
Informações adicionais
O Gaeco estima que o grupo tenha movimentado mais de R$ 12 milhões com o esquema criminoso. A operação continua em andamento, e o número total de presos pode aumentar.



