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Comerciantes da Zona Sul de Ribeirão revelam clima de insegurança no local

Nesta madrugada (21) uma marmoraria, na rua Inácio Luiz Pinto, teve a fachada de vidro destruída e uma TV furtada
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Nesta madrugada (21) uma marmoraria, na rua Inácio Luiz Pinto, teve a fachada de vidro destruída e uma TV furtada

Nesta madrugada (21) uma marmoraria, na rua Inácio Luiz Pinto, teve a fachada de vidro destruída e uma TV furtada

Comerciantes da Rua Inácio Luiz Pinto, em Ribeirão Preto, estão alarmados com o aumento da insegurança na região. Na madrugada de hoje, uma marmoraria teve sua vitrine completamente destruída por ladrões, que conseguiram levar apenas uma televisão antes de serem interrompidos pelo alarme do estabelecimento. Outras lojas tiveram os vidros danificados.

Prejuízos e Medo

Além dos danos materiais, que incluem a necessidade de reparos na vitrine e a compra de madeira para substituir o vidro, a proprietária da marmoraria relatou sentir medo de novos ataques. A ação criminosa foi rápida e violenta, com os ladrões utilizando uma chave de roda para quebrar o vidro. A loja vizinha, que também teve o vidro danificado, enfrenta dificuldades para conseguir um substituto a tempo, o que acarretará em prejuízos e atrasos.

Insegurança Generalizada

A insegurança não se limita à marmoraria. Outros comerciantes da região, como o gerente de uma loja de móveis, relataram casos frequentes de furtos, principalmente na madrugada. Segundo ele, o padrão de horário dos crimes sugere a necessidade de maior policiamento noturno. Em um raio de 20 comércios, apenas um não foi alvo de assaltos ou tentativas.

Pedidos por Maior Segurança

A dona de um pet shop na mesma rua, que ainda não foi alvo de crimes, aponta a falta de iluminação e o baixo movimento noturno como fatores que contribuem para a insegurança. Ela, assim como outros comerciantes, defende a necessidade de um policiamento mais ostensivo, principalmente durante a madrugada e no final da tarde, quando as lojas começam a fechar. A sugestão de segurança privada ou rondas mais frequentes também foi levantada, além do pedido de providências feito à Polícia Militar, que ainda não obteve resposta.

A situação demonstra a vulnerabilidade dos comerciantes locais e a urgência de medidas para garantir a segurança da região. O medo e os prejuízos financeiros são reais, e a falta de resposta das autoridades agrava a situação. A comunidade espera por ações efetivas para conter a onda de crimes.

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