Cidade está em estado de calamidade pública desde segunda; serviços não essenciais devem suspender as atividades
Após o decreto de estado de calamidade pública em Ribeirão Preto devido ao novo coronavírus, diversos comércios foram obrigados a fechar as portas para evitar aglomerações e a propagação em massa da doença.
Comércios Atingidos e Denúncias
A medida afetou diversos setores, incluindo bares, academias, salões de festas, escolas de idiomas, imobiliárias, lojas de roupas e salões de beleza. A Guarda Civil Municipal recebeu até ontem mais de 500 denúncias de estabelecimentos que descumpriram as medidas, podendo ser feitas denúncias pelo telefone 156.
Alternativas para os Comércios
A Guarda Civil Municipal orientou os estabelecimentos que não oferecem serviços essenciais a fecharem o atendimento presencial, sugerindo alternativas como entrega de produtos ou sistema drive-thru. O prefeito, Duarte Nogueira, enfatizou que supermercados, mesmo autorizados a funcionar, devem manter o distanciamento mínimo de 5 metros por pessoa.
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Situação em Ribeirão Preto e Região
Ribeirão Preto registra 8 casos confirmados de COVID-19 (cinco aguardando contraprova), 18 casos descartados e 161 suspeitos. Um novo boletim epidemiológico será divulgado no fim da tarde. A situação também afeta o transporte público regional. Em Bebedouro, o transporte público será paralisado e a rodoviária fechada por tempo indeterminado (19 casos suspeitos). Em Franca, os ônibus estão operando em horários adaptados até sexta-feira, pelo menos.
As medidas restritivas adotadas em Ribeirão Preto e região demonstram a gravidade da situação e a necessidade de ações para conter o avanço do novo coronavírus. A colaboração da população e dos comércios é fundamental para minimizar os impactos da pandemia.



