Estabelecimentos e serviços poderão operar até às 23h; cidade registra a menor ocupação de UTIs desde março: 72,84%
Ribeirão Preto flexibiliza regras para comércios após queda nos indicadores da pandemia.
Flexibilização de horários e capacidade
A prefeitura de Ribeirão Preto anunciou novas regras para o funcionamento do comércio, permitindo a ocupação de 60% da capacidade e horário de funcionamento até às 23h. As medidas, válidas a partir de 9 de julho, refletem a fase de transição do Plano São Paulo e a queda nos indicadores da pandemia na cidade. Em restaurantes, bares e similares, o atendimento em pé e pistas de dança permanecem proibidos. Um toque de recolher entre 23h e 6h será mantido, com exceção de serviços essenciais e delivery.
Redução de internações e ocupação de leitos de UTI
A taxa de ocupação de leitos de UTI para Covid-19 em Ribeirão Preto atingiu 73,46%, com 338 internados em 324 leitos – o menor número desde março. O prefeito afirmou que toda a estrutura de saúde será mantida, mesmo com a flexibilização, para garantir resposta rápida em caso de piora nos indicadores. A queda nos números é atribuída à vacinação em larga escala e aos esforços da equipe de saúde. Ribeirão Preto ocupa o sétimo lugar no estado em número de vacinas aplicadas.
Ajustes nos polos de atendimento Covid-19
A Secretaria da Saúde estuda desativar um dos polos Covid-19 na cidade, mas aguarda a estabilização da queda nos indicadores para tomar uma decisão. Atualmente, o atendimento exclusivo para Covid-19 é realizado na UPA Leste e na UBS Central. A UPA 13 de Maio, desativada em outubro e reativada em janeiro, voltou a funcionar como polo Covid-19 em março, assim como a UBS Central. A queda no número de internações, desde o dia 18 de março, é vista como um respiro para o sistema de saúde, resultado também do lockdown ocorrido entre 27 de maio e 2 de junho.
A cidade demonstra avanços significativos no combate à pandemia, com a flexibilização das regras comerciais representando um reflexo positivo da situação epidemiológica local. A manutenção da estrutura de saúde garante a capacidade de resposta a eventuais mudanças no cenário da pandemia.



