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Comércio tem pequena queda na movimentação em fevereiro

Baixa foi de 1%, segundo SCPC; maiores quedas foram nas vendas de imóveis, eletrônicos e vestuário
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Baixa foi de 1%, segundo SCPC; maiores quedas foram nas vendas de imóveis, eletrônicos e vestuário

Baixa foi de 1%, segundo SCPC; maiores quedas foram nas vendas de imóveis, eletrônicos e vestuário

Apesar da queda no custo de vida, o consumo permanece baixo, indicando um consumidor mais cauteloso e com menor acesso a crédito. Dados da Boa Vista SCPC apontam uma redução de 1% no consumo em fevereiro, influenciada principalmente pelo setor de móveis e eletroeletrônicos.

Setor de Vestuário e Calçados: Tendência de Queda

Em análise de longo prazo, o economista Flávio Calif destaca o setor de tecidos, calçados e roupas como outro fator relevante para a queda no consumo, apresentando números negativos consistentes. Este setor se mostra como um peso significativo no indicador geral do comércio, mesmo com a queda pontual no setor de móveis e eletrodomésticos em fevereiro.

Supermercados e Combustíveis: Cenário Contraditório

Enquanto o setor de supermercados, alimentos e bebidas registrou alta de 0,5% em fevereiro, a variação dos últimos 12 meses mostra uma retração de 2,8%. O segmento de combustíveis e lubrificantes teve um avanço de 0,3% em fevereiro, mas uma redução de 5,1% nas vendas no último ano. Essa disparidade demonstra a complexidade do cenário econômico atual.

Inadimplência em Queda: Um Sinal Positivo?

Contrapondo-se à queda no consumo, observa-se uma redução na inadimplência, caindo 8% em fevereiro em relação a janeiro, segundo a Boa Vista SCPC. Este dado é atribuído ao aumento da oferta de empregos e às taxas de juros pouco atrativas para novos empréstimos. A queda na inadimplência, mesmo com a piora do cenário econômico, sugere um consumidor mais cauteloso, reduzindo o consumo e a tomada de crédito. A Boa Vista SCPC registrou uma redução de 1% no número de novos inadimplentes em relação ao ano passado. No estado inteiro, a queda no índice de inadimplência foi de 5,1%. Em resumo, apesar da queda no custo de vida, o consumidor demonstra cautela em seus gastos, impactando o consumo e resultando em números mistos nos diferentes setores da economia.

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