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Comissão sugere nova licitação para término de obras no Ribeirão Verde

Principal via de acesso ao bairro está em obras há quase um ano e é alvo de reclamações diárias
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Principal via de acesso ao bairro está em obras há quase um ano e é alvo de reclamações diárias

Principal via de acesso ao bairro está em obras há quase um ano e é alvo de reclamações diárias

Obras da Avenida Antônia Mugnato Marinsek e Ribeirão Verde: Rompimento de Contrato Recomendado

Vereadores da Comissão de Estudos que analisa as obras da Avenida Antônia Mugnato Marinsek e do Ribeirão Verde recomendarão o rompimento judicial do contrato com a construtora Prime. A decisão, tomada após reunião com o Procurador da Secretaria de Negócios Jurídicos, Marcelo Mazei, justifica-se pelo não cumprimento reiterado de cláusulas contratuais pela empresa. Segundo o presidente da Comissão, Alessandro Maraca, a Prime não tem colaborado para o andamento da obra, e a abertura de um novo processo licitatório é vista como a única solução.

Impactos e Cronograma

A duplicação da avenida, iniciada em junho de 2022, com previsão de conclusão em junho de 2023, apresenta apenas 1,5 km dos 5 km previstos concluídos. O atraso gera transtornos aos moradores, com tempo médio de 40 minutos em horários de pico para entrar ou sair do bairro. Embora a rescisão possa aumentar os prazos e o custo da obra (orçada inicialmente em R$ 25 milhões e atualmente em R$ 35 milhões), o vereador Alessandro Maraca acredita que um novo processo licitatório, estimado em 3 meses pelo procurador, será mais eficiente a longo prazo. A vice-presidente da Associação dos Moradores do Ribeirão Verde, Érica Garcia, e moradores como Jonathan Stefani corroboram a necessidade do rompimento, destacando os transtornos causados pelas obras paralisadas e as condições precárias da via em dias de chuva.

Opiniões e Próximos Passos

Representantes de moradores e o vereador Alessandro Maraca concordam que a construtora Prime não tem demonstrado capacidade de concluir a obra. Apesar de a empresa alegar dificuldades devido às chuvas e falta de desapropriações por parte da prefeitura, a avaliação é que o rompimento contratual é a melhor alternativa, mesmo com os riscos envolvidos. A CBN tentou contato com a construtora Prime, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem. O relatório final da Comissão de Estudos será entregue à administração municipal, recomendando oficialmente a rescisão do contrato.

A situação demonstra a complexidade de grandes obras públicas, onde atrasos e imprevistos podem impactar significativamente a população. A busca por soluções eficazes e transparentes é crucial para garantir a conclusão das obras e a satisfação da comunidade.

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